As seguintes opções podem ser usadas em um arquivo de kickstart. se você preferir usar uma interface gráfica para criar o seu arquivo de kickstart, use o aplicativo Configurador de Kickstart. Consulte o Capítulo 29, Configurador de Kickstart para detalhes.
Se a opção for seguida do sinal de igual (=), deve-se especificar um valor após este. Nos comandos de exemplo, as opções entre colchetes ([]) são argumentos opcionais do comando.
Cria partições automaticamente — uma partição raiz (/) de 1 GB ou mais, uma partição de troca (swap) e uma partição de inicialização apropriada para a arquitetura. Um ou mais tamanhos das partições padrão podem ser redefinidos com a diretiva part.
Faz com que o instalador ignore os discos especificados. Isto é útil se você usa o particionamento automático e quer ter certeza de que alguns discos são ignorados. Por exemplo, sem ignoredisk, o kickstart falharia ao tentar implantar em um SAN-cluster, uma vez que o instalador detecta caminhos passivos para o SAN que não retornam uma tabela de partições.
A opção ignoredisk também é útil se você tiver múltiplos caminhos para os seus discos.
A sintaxe é a seguinte:
ignoredisk --drives=drive1,drive2,...
onde driveN é sda, sdb,..., ou hda,... etc.
Similar ao interactive, exceto pelo fato de que vai para a próxima tela para você. É usado principalmente para a depuração.
Faz uma captura de tela a cada passo da instalação e copia as imagens para /root/anaconda-screenshots após o término da instalação. Isto é bem útil para fins de documentação.
Configura as opções de autenticação para o sistema. É similar ao comando authconfig, o qual pode ser rodado após a instalação. Por padrão, senhas são normalmente criptografadas e não são do tipo 'shadow'.
Usa criptografia md5 para senhas de usuário.
Ativa o suporte ao NIS. Por padrão, o --enablenis usa qualquer domínio que encontrar na rede. Um domínio quase sempre deve ser definido manualmente com a opção --nisdomain=.
Nome do domínio NIS para usar com serviços NIS.
Servidor para usar com serviços NIS (broadcasts por padrão).
Usa senhas shadow.
Habilita o suporte ao LDAP no /etc/nsswitch.conf, permitindo que o seu sistema obtenha informações sobre usuários (UIDs, diretórios pessoais, shells, etc...) a partir de um diretório LDAP. Para usar esta opção, você deve instalar o pacote nss_ldap. Você também deve especificar um servidor e um DN (Distinguished Name) base com o --ldapserver= e o --ldapbasedn=.
Usa o LDAP como um método de autenticação. Isto habilita o módulo pam_ldap para autenticação e alteração de senhas, usando um diretório LDAP. Para usar esta opção, você deve ter o pacote nss_ldap instalado. Você também deve especificar um servidor e uma DN base com o --ldapserver= e o --ldapbasedn=.
Se você especificou --enableldap ou --enableldapauth, use esta opção para especificar o nome do servidor LDAP a usar. Esta opção é definida no arquivo /etc/ldap.conf.
Se você especificou --enableldap ou --enableldapauth, use esta opção para especificar o DN no seu diretório LDAP sob o qual informações de usuários são armazenadas . Esta opção é definida no arquivo /etc/ldap.conf.
Usa as buscas de TLS (Transport Layer Security). Esta opção permite que o LDAP envie nomes de usuários e senhas criptografados para um servidor LDAP antes da autenticação.
Usa o Kerberos 5 para autenticar usuários. O Kerberos em si não sabe nada a respeito de diretórios pessoais, UIDs, ou shells. Se você habilitar o Kerberos, você deve fazer com que as contas de usuários possam ser reconhecidas por esta estação de trabalho habilitando o LDAP, o NIS, ou o Hesiod ou usando o comando /usr/sbin/useradd. Se você usar esta opção, você deve ter o pacote pam_krb5 instalado.
O reino do Kerberos 5, ao qual sua estação de trabalho pertence.
O KDC (ou KDCs) que servem pedidos para o reino. Se você tem KDCs múltiplos em seu reino, separe seus nomes por vírgulas (,).
O KDC em seu reino que também roda o kadmind. Este servidor lida com alteração de senhas e outros pedidos administrativos. O servidor deve rodar em um KDC mestre se você tiver mais de um KDC.
Habilite o suporte ao Hesiod para que procure por diretórios home, UIDs e shells dos usuários. Você pode encontrar mais informações sobre a configuração e uso do Hesiod em sua rede no /usr/share/doc/glibc-2.x.x/README.hesiod, incluso no pacote glibc. O Hesiod é uma extensão do DNS que usa os registros do DNS para armazenar informações sobre usuários, grupos e vários outros itens.
A opção Hesiod LHS ("left-hand side"), configurada no /etc/hesiod.conf. Esta opção é usada pela biblioteca do Hesiod para determinar o nome para a procura DNS quando buscar informações; similar ao uso de um DN base pelo LDAP.
A opção Hesiod RHS ("right-hand side"), configurada no /etc/hesiod.conf. Esta opção é usada pela biblioteca do Hesiod para determinar o nome para a procura DNS quando buscar informações; similar ao uso de um DN base pelo LDAP.
Para procurar por "jim" nas informações de usuário, a biblioteca do Hesiod procura por jim.passwd<LHS><RHS>, o que deve resultar em um registro TXT que se parece com o que sua senha se pareceria (jim:*:501:501:Jungle Jim:/home/jim:/bin/bash). Para grupos, a situação é idêntica, exceto que jim.group<LHS><RHS> seria usado.
A procura de usuários e grupos por número é feita tornando "501.uid" um CNAME para "jim.passwd", e "501.gid" um CNAME para "jim.group". Note que a biblioteca não coloca um ponto . na frente dos valores LHS e RHS ao executar a busca. Portanto, os valores LHS e RHS geralmente começam por pontos.
Habilita a autenticação de usuários em um servidor SMB (normalmente, um servidor Samba ou Windows). O suporte à autenticação SMB não sabe nada a respeito de diretórios pessoais, UIDs, ou shells. Se você habilitar o SMB, você deve fazer com que os usuários possam ser reconhecidos por esta estação de trabalho habilitando o LDAP, o NIS, ou o Hesiod; ou usando o comando /usr/sbin/useradd. Para usar esta opção, você deve ter o pacote pam_smb instalado.
O nome do(s) servidor(es) para usar na autenticação SMB. Para especificar mais de um servidor, separe seus nomes por vírgulas.
O nome do grupo de trabalho para os servidores SMB.
Habilita o serviço nscd. Este serviço armazena em cache as informações sobre usuários, grupos e vários outros tipos de informação. O cache é especialmente útil se você optar por distribuir as informações dos usuários e grupos ao longo de sua rede usando NIS, LDAP ou hesiod.
Especifica como o carregador de inicialização deve ser instalado. Esta opção é necessária tanto para instalações como para atualizações.
Especifica os parâmetros do kernel. Para especificar parâmetros múltiplos, separe-os por espaços. Por exemplo:
bootloader --location=mbr --append="hdd=ide-scsi ide=nodma"
Especifica qual é o primeiro disco na ordem de inicialização do BIOS. Por exemplo:
bootloader --driveorder=sda,hda
Especifica onde o registro de inicialização é gravado. Os valores válidos são os seguintes: mbr (o padrão), partition (instala o carregador de inicialização no primeiro setor da partição contendo o kernel), ou none (não instala o carregador de inicialização).
Se usar o GRUB, configure a senha do carregador de inicialização do GRUB para aquela que for especificada por esta opção. Isto deve ser usado para restringir o acesso ao shell do GRUB, a qual pode receber opções arbitrárias do kernel.
Se usar o GRUB, similar a --password= exceto pelo fato de que a senha já deve ter sido criptografada.
Atualize a configuração existente do carregador de inicialização, preservando as entradas antigas. Esta opção está disponível somente para atualizações.
Remove partições do sistema antes da criação de novas partições. Por padrão, nenhuma partição é removida.
Se o comando clearpart for usado, então o comando --onpart não pode ser usado em uma partição lógica.
Apaga todas as partições do sistema.
Especifica quais drives devem ser usados para remover as partições. Por exemplo, o seguinte limpa todas as partições nos primeiros dois drives no controlador IDE primário.
clearpart --drives=hda,hdb --all
Inicializa a etiqueta de disco para o padrão da sua arquitetura (por exemplo, msdos para x86 e gpt para Itanium). É útil pois assim o programa de instalação não questiona se deve inicializar a etiqueta de disco caso instale em um disco rígido novo.
Apaga todas as partições Linux.
Não remove nenhuma partição.
Executa a instalação em modo de linha de comando completamente não interativo. Quaisquer pedidos de interação travam a instalação. Este modo é útil em sistemas IBM System z com o console x3270.
Na maioria dos sistemas PCI, o programa de instalação faz a detecção automática de placas Ethernet and SCSI adequadamente. Entretanto, em sistemas mais antigos, e em alguns sistemas PCI, o kickstart precisa de uma dica para encontrar os dispositivos adequados. O comando device, o qual diz ao programa de instalação que instale módulos adicionais, é usado desta forma:
device <tipo><nome-do-módulo> --opts=<opções>
Substitua por scsi ou eth
Substitua pelo nome do módulo do kernel que deve ser instalado.
As opções a serem passadas para o módulo do kernel. Note que opções múltiplas podem ser passadas se forem colocadas entre aspas. Por exemplo:
--opts="aic152x=0x340 io=11"
Disquetes de drivers podem ser usados durante instalações kickstart. Você deve copiar o conteúdo dos disquetes de drivers para o diretório raiz de uma partição no disco rígido do sistema. Em seguida, você deve usar o comando driverdisk para dizer ao programa de instalação onde procurar pelo disco de drivers.
driverdisk <partição> [--type=<fstype>]
Alternativamente, você pode especificar uma localidade na rede para o disquete de driver:
driverdisk --source=ftp://path/to/dd.img driverdisk --source=http://path/to/dd.img driverdisk --source=nfs:host:/path/to/img
A partição contendo o disco de driver.
Tipo de sistema de arquivos (por exemplo, vfat ou ext2).
Esta opção corresponde à tela de Configuração do Firewall no programa de instalação:
firewall --enabled|--disabled [--trust=] <dispositivo> [--port=]
Rejeita conexões de entrada que não sejam em resposta a pedidos para fora, como respostas DNS ou pedidos DHCP. Se for necessário acesso aos serviços rodando nesta máquina, você pode optar por permitir serviços específicos através do firewall.
Não configurar nenhuma regra do iptables.
Listar um dispositivo aqui, como eth0, permite que todo o tráfego proveniente deste dispositivo passe pelo firewall. Para listar mais de um dispositivo, use --trust eth0 --trust eth1. NÃO use um formato separado por vírgulas, como --trust eth0, eth1.
Substitua por um ou mais dos seguintes para permitir a passagem dos serviços especificados através do firewall.
--ssh
--telnet
--smtp
--http
--ftp
Você pode especificar que estas portas sejam permitidas pelo firewall usando o formato porta:protocolo. Por exemplo, para permitir o acesso ao IMAP através do firewall, especifique imap:tcp. Portas numéricas também podem ser especificadas explicitamente. Por exemplo, para permitir pacotes UDP através da porta 1234, especifique 1234:udp. Para especificar diversas portas, separe-as por vírgulas.
Determina se o Agente de Configuração é lançado quando o sistema inicializar pela primeira vez. Se habilitado, o pacote firstboot deve estar instalado. Se não for especificada, esta opção é desabilitada por padrão.
O Agente de Configuração é lançado quando o sistema inicializar pela primeira vez.
O Agente de Configuração não é lançado quando o sistema inicializar pela primeira vez.
Faz com que o Agente de Configuração inicie durante a inicialização no modo de recuperação. Este modo habilita as opções de idioma, mouse, teclado, senha root, nível de segurança, fuso horário, e configuração de rede, além das opções padrão.
Interrompe (halt) a execução do sistema após a instalação terminar com sucesso. Isto é similar à uma instalação manual, onde o Anaconda exibe uma mensagem e espera que o usuário pressione uma tecla antes de reinicializar. Durante a instalação kickstart, caso nenhum método de conclusão seja especificado, a opção reboot é usada como padrão.
A opção halt é praticamente equivalente ao comando shutdown -h.
Para outros métodos de conclusão, consulte as opções de kickstart poweroff, reboot, e shutdown.
Executa a instalação kickstart no modo texto. Este é o modo predeterminado.
A opção halt é praticamente equivalente ao comando shutdown -h.
Para outros métodos de conclusão, consulte as opções de kickstart poweroff, reboot, e shutdown.
Instrui o sistema para executar uma nova instalação, ao invés de atualizar uma instalação existente. Este é o modo padrão. Para a instalação, você deve especificar o tipo de instalação: cdrom, harddrive, nfs, ou url (para instalações FTP ou HTTP).
Instalar pelo primeiro drive de CD-ROM do sistema.
Instalar a partir de uma árvore de instalação da Red Hat em um drive local, o qual deve ser ou vfat ou ext2.
--biospart=
Partição BIOS a partir da qual instalar (por exemplo, 82).
--partition=
Partição a partir da qual instalar (por exemplo, sdb2).
--dir=
Diretório contendo o diretório variante da árvore de instalação.
Por exemplo:
harddrive --partition=hdb2 --dir=/tmp/install-tree
Instalar pelo servidor NFS especificado.
--server=
Servidor a partir do qual instalar (endereço ou IP da máquina).
--dir=
Diretório contendo o diretório variante da árvore de instalação.
--opts=
Opções de montagem para a exportação do NFS
Por exemplo:
nfs --server=nfsserver.example.com --dir=/tmp/install-tree
Instalar a partir de uma árvore de instalação em um servidor remoto via FTP ou HTTP.
Por exemplo:
url --url http://<servidor>/<diretório>
ou:
url --url ftp://<nome-de-usuário>:<senha>@<servidor>/<diretório>
Especifica os discos que o Anaconda não deve alterar ao particionar, formatar ou limpar. Este comando requer um único argumento na forma de uma lista, separada por vírgulas, de nomes de drives a serem ignorados.
ignoredisk --drives=[disk1,disk2,...]
Usa a informação fornecida no arquivo de kickstart durante a instalação, mas permite a inspeção e a modificação dos valores fornecidos. as telas do programa de instalação são exibidas com os valores presentes no arquivo de kickstart. Você pode aceitar estes valores clicando em Próximo ou mudar estes valores e então clicar em Next para continuar. Consulte o comando autostep.
Especifica uma chave de instalação, a qual é necessária para auxiliar na seleção de pacotes e identificar o seu sistema para fins de suporte. Este comando é específico para o RHEL, e não pode ser usado no Fedora, onde é ignorado.
Pula o passo de fornecimento de chave. Normalmente, se o comando key não é fornecido, o Anaconda pausa à esta altura da instalação e solicita uma chave. Esta opção permite que a instalação automatizada continue mesmo que você não tenha ou não queira fornecer uma chave.
Define o tipo de teclado do sistema. Aqui está a lista de teclados disponíveis nas máquinas i386, Itanium e Alpha:
be-latin1, bg, br-abnt2, cf, cz-lat2, cz-us-qwertz, de, de-latin1, de-latin1-nodeadkeys, dk, dk-latin1, dvorak, es, et, fi, fi-latin1, fr, fr-latin0, fr-latin1, fr-pc, fr_CH, fr_CH-latin1, gr, hu, hu101, is-latin1, it, it-ibm, it2, jp106, la-latin1, mk-utf, no, no-latin1, pl, pt-latin1, ro_win, ru, ru-cp1251, ru-ms, ru1, ru2, ru_win, se-latin1, sg, sg-latin1, sk-qwerty, slovene, speakup, speakup-lt, sv-latin1, sg, sg-latin1, sk-querty, slovene, trq, ua, uk, us, us-acentos
O arquivo /usr/lib/python2.2/site-packages/rhpl/keyboard_models.py também contém esta lista e faz parte do pacote rhpl.
Configura o idioma a ser usado durante a instalação e como padrão no sistema instalado. Por exemplo, para configurar o idioma como Inglês, o arquivo de kickstart deve conter a seguinte linha:
lang en_US
O arquivo /usr/share/system-config-language/locale-list fornece uma lista dos códigos de idioma válidos na primeira coluna de cada linha e faz parte do pacote system-config-language.
Certos idiomas (principalmente Chinese, Japanese, Korean, e idiomas Índicos) não são suportados na instalação em modo texto. Se um desses idiomas for especificado usando o comando lang, a instalação continuará em Inglês, embora o sistema terá como padrão o idioma especificado.
A palavra-chave langsupport é obsoleta e o seu uso resultará em uma mensagem de erro na tela, e fará com que a instalação seja suspensa. Ao invés de usar a palavra-chave langsupport, você deve listar os grupos de pacotes de suporte na seção %packages do seu arquivo de kickstart para todos os idiomas que você gostaria que fossem suportados. Por exemplo, para adicionar suporte para o Francês, adicione o seguinte em %packages:
@french-support
Crie um volume lógico para o LVM (Logical Volume Management) com a seguinte sintaxe:
logvol <ponto-de-montagem> --vgname=<nome> --size=<tamanho> --name=<nome><opções>
As opções são as seguintes:
Usa um volume lógico existente e não o formata.
Usa um volume lógico existente e o reformata.
Estabelece o tipo de sistema de arquivos para o volume lógico. Valores válidos são ext2, ext3, swap, e vfat.
Estabelece o tipo de sistema de arquivos para o volume lógico. Valores válidos são ext2, ext3, swap, e vfat.
Especifica o tamanho dos inodes do sistema de arquivos a ser usado no volume lógico. Nem todos os sistemas de arquivos suportam esta opção - nestes casos a opção é silenciosamente ignorada.
Instrui o volume lógico para que aumente até preencher todo o espaço disponível (se houver), ou até a definição de tamanho máximo.
O tamanho máximo em megabytes quando o volume lógico é definido para aumentar. Especifique aqui um valor inteiro e não acrescente MB ao número.
Determina o tamanho do volume lógico automaticamente.
Especifica o tamanho do volume lógico como uma porcentagem do espaço disponível no grupo de volumes.
Crie a partição primeiro, depois crie o grupo de volumes lógicos e então o volume lógico. Por exemplo:
part pv.01 --size 3000 volgroup myvg pv.01 logvol / --vgname=myvg --size=2000 --name=rootvol
Este comando controla o registro de erros do anaconda durante a instalação. Não tem efeito no sistema instalado.
Envia informações de registro para o host remoto determinado, o qual deve estar rodando um processo syslogd configurado para aceitar a transferência de registros remotos (remote logging).
Caso o processo syslogd remoto use uma porta que não seja a padrão, pode ser especificada usando esta opção.
debug, info, warning, error ou critical.
Especifica o nível mínimo de mensagens que aparecem no tty3. Todas as mensagens ainda serão enviadas para o arquivo de registro, independentemente deste nível.
Caso seja usado, este comando forçará o Anaconda a rodar o mediacheck na mídia de instalação. Este comando requer uma instalação assistida, e portanto é desabilitado por padrão.
Se o comando monitor não for fornecido, o Anaconda usará o X para detectar automaticamente a configuração do seu monitor. Por favor tente isto antes de configurar o seu monitor manualmente.
Especifica a freqüência da sincronia horizontal do monitor.
Usa o monitor especificado. O nome do monitor deve ser obtido da lista de monitores em /usr/share/hwdata/MonitorsDB do pacote hwdata. A lista de monitores também pode ser encontrada na tela de configuração do X do Configurador de Kickstart.
Não tenta detectar o monitor.
Especifica a freqüência da sincronia vertical do monitor.
A palavra-chave mouse tornou-se obsoleta e o seu uso resultará em uma mensagem de erro na tela, e fará com que a instalação seja suspensa.
Configura as informações de rede no sistema. Se a instalação kickstart não requer rede (ou seja, não é instalado através do NFS, HTTP ou FTP), a rede não é configurada no sistema. Se a instalação requer rede e as informações da rede não são fornecidas no arquivo de kickstart, o programa de instalação presume que a instalação deve ser feita pela eth0 através de um endereço IP dinâmico (BOOTP/DHCP), e configura o sistema instalado final para determinar seu endereço IP dinamicamente. A opção network configura as informações de rede para instalações kickstart através de uma rede assim como para o sistema instalado.
dhcp, bootp, ou static.
O padrão é dhcp. bootp e dhcp são tratados da mesma forma.
O método DHCP usa um sistema de servidor DHCP para obter sua configuração de rede. Como você pode supor, o método BOOTP é similar, requisitando um servidor BOOTP para prover a configuração de rede. Para fazer com que um sistema use o DHCP:
network --bootproto=dhcp
Para fazer com que uma máquina use o BOOTP para obter sua configuração de rede, use a seguinte linha no arquivo de kickstart:
network --bootproto=bootp
O método estático requer que você forneça todas as informações de rede necessárias no arquivo de kickstart. Como o nome sugere, estas informações são estáticas e usadas durante e após a instalação. A linha referente à configuração de rede estática é mais complexa, uma vez que você deve incluir todas as informações sobre a configuração da rede em uma única linha. Você deve especificar o endereço IP, máscara de rede, porta de comunicação, e servidor de nomes. Por exemplo - o "\" indica que o seguinte deve ser lido como uma linha contínua:
network --bootproto=static --ip=10.0.2.15 --netmask=255.255.255.0 \ --gateway=10.0.2.254 --nameserver=10.0.2.1
Se você usar o método estático, esteja ciente das duas restrições a seguir:
Todas as informações de configuração de rede devem ser especificadas em uma linha; você não pode separar linhas com uma barra invertida. Por exemplo:
Você pode especificar apenas um servidor de nomes aqui. Entretanto, você pode usar a seção %post do arquivo de kickstart (descrita na Seção 28.7, “Script de Pós-Instalação”) para adicionar mais servidores de nome, caso seja necessário.
Usada para selecionar um dispositivo Ethernet específico para a instalação. Note que usar --device= só funciona se o arquivo de kickstart for um arquivo local (como ks=floppy), uma vez que o programa de instalação configura a rede para que encontre o arquivo de kickstart. Por exemplo:
network --bootproto=dhcp --device=eth0
Endereço IP para a máquina a ser instalada.
Porta de comunicação padrão em forma de endereço IP.
Nome do servidor primário, em forma de endereço IP.
Não configurar nenhum servidor DNS.
Máscara de rede para o sistema instalado.
Nome de host para o sistema instalado.
Especifica configurações adicionais de baixo nível para o dispositivo de rede que serão passadas ao programa ethool.
O ID de rede para redes sem fio.
A chave de criptografia para redes sem fio.
Determina se o dispositivo deve ou não ser habilitado durante a inicialização.
A classe DHCP.
O MTU do dispositivo.
Desabilita IPv4 neste dispositivo.
Desabilita IPv6 neste dispositivo.
multipath --name= --device= --rule=
Cria uma partição no sistema.
Se houver mais de uma instalação do Red Hat Enterprise Linux no sistema, em partições diferentes, o programa de instalação pergunta ao usuário qual instalação deve ser atualizada.
Todas as partições criadas são formatadas como parte do processo de instalação, a não ser que --noformat e --onpart sejam usados.
Para um exemplo detalhado sobre o funcionamento do part, consulte a Seção 28.4.1, “Exemplo de Particionamento Avançado”.
O <ponto-de-montagem> é o local onde a partição é montada, e deve ter um dos seguintes formatos:
/<caminho>
Por exemplo, /, /usr, /home
swap
A partição é usada como espaço de troca.
Para determinar o tamanho da partição automaticamente, use a opção --recommended:
swap --recommended
O tamanho mínimo da partição swap criada automaticamente não é menor do que a quantidade de RAM no sistema nem maior do que duas vezes a quantidade de RAM no sistema.
raid.<id>
A partição é usada para RAID por software (consulte raid).
pv.<id>
A partição é usada pelo LVM (consulte logvol).
O tamanho mínimo da partição em megabytes. Especifique aqui um valor inteiro, como 500. Não acrescente 'MB' ao número.
Diz à partição para aumentar até preencher todo o espaço disponível, ou até a definição de tamanho máximo.
O tamanho máximo da partição em megabytes quando a partição é definida para aumentar. Especifique aqui um valor inteiro e não acrescente 'MB' ao número.
Diz ao programa de instalação para não formatar a partição, para ser usada com o comando --onpart.
Insere a partição no dispositivo já existente. Por exemplo:
partition /home --onpart=hda1
coloca /home em /dev/hda1, o qual precisa já estar presente.
Força a criação da partição em um disco específico. Por exemplo, --ondisk=sdb coloca a partição no segundo disco SCSI do sistema.
Força a alocação automática da partição como partição primária, caso contrário o particionamento falha.
Esta opção não está mais disponível. Use fstype.
Define o tipo de sistema de arquivos para a partição. Valores válidos são ext2, ext3, swap, e vfat..
Especifica o cilindro inicial da partição. Requer a especificação de um disco com --ondisk= ou ondrive=. Também requer que o cilindro final seja especificado com --end= ou que o tamanho da partição seja especificado com --size=.
Especifica o cilindro final da partição. Requer que o cilindro inicial seja especificado com --start=.
Especifica o tamanho dos inodes do sistema de arquivos a ser usado na partição. Nem todos os sistemas de arquivos suportam esta opção - nestes casos a opção é silenciosamente ignorada.
Determina o tamanho da partição automaticamente.
Força a criação da partição em um disco específico que tenha sido descoberto pelo BIOS.
Se o particionamento falhar, por qualquer motivo, mensagens de diagnóstico aparecem no console virtual 3.
Desliga o sistema após uma instalação bem-sucedida. Normalmente, durante uma instalação manual, o Anaconda exibe uma mensagem e espera que o usuário pressione uma tecla antes de reinicializar. Durante uma instalação kickstart, se nenhum método de conclusão for especificado, a opção reboot é usada como padrão.
O comando poweroff é praticamente equivalente ao comando shutdown -p.
O comando poweroff depende muito do hardware do sistema sendo usado. Especificamente, certos componentes de hardware como BIOS, APM (Advanced Power Management - Gerenciamento Avançado de Energia), e ACPI (Advanced Configuration and Power Interface - Interface Avançada de Configuração e Gerenciamento de Energia) devem ser capazes de interagir com o kernel do sistema. Contate o seu fabricante para maiores informações sobre as funcionalidades de APM/ACPI do seu sistema.
Para outros métodos de conclusão disponíveis, consulte as opções de kickstart halt, reboot, e shutdown.
Monta um dispositivo de RAID por software. Este comando tem a forma:
raid <ponto-de-montagem> --level=<nível> --device=<dispositivomd><partições*>
Localidade onde o sistema de arquivos RAID é montado. Se for /, o nível do RAID deve ser 1 a não ser que uma partição boot (/boot) esteja presente. Se estiver, a partição /boot deve ter nível 1 e a partição root (/) pode ter qualquer um dos tipos disponíveis. As <partições*> (o que denota que diversas partições podem ser listadas) lista os identificadores RAID a serem adicionados ao conjunto RAID.
Nível do RAID a usar (0, 1 ou 5).
Nome do dispositivo RAID a usar (como md0 ou md1). Os dispositivos RAID variam de md0 a md7, e cada um pode ser usado somente uma vez.
Especifica o tamanho dos inodes do sistema de arquivos a ser usado no dispositivo RAID. Nem todos os sistemas de arquivos suportam esta opção - nestes casos a opção é silenciosamente ignorada.
Especifica o número de discos reservas alocados para o conjunto RAID. Os discos reservas são usados para reconstruir o conjunto no caso de falha no disco.
Determina o tipo de sistema de arquivos do conjunto RAID. Os valores válidos são ext2, ext3, swap e vfat.
Especifica uma string de opções a serem usadas ao montar o sistema de arquivos. Esta string será copiada para o arquivo /etc/fstab do sistema instalado e deve ser colocada entre aspas.
Usa um dispositivo RAID existente e não formata o conjunto RAID.
Usa um dispositivo RAID existente e o reformata.
O exemplo seguinte mostra como criar uma partição RAID de nível 1 para /, e uma de nível 5 para /usr, supondo que há três discos SCSI no sistema. Também cria três partições swap, uma em cada disco.
part raid.01 --size=60 --ondisk=sda part raid.02 --size=60 --ondisk=sdb part raid.03 --size=60 --ondisk=sdc
part swap --size=128 --ondisk=sda part swap --size=128 --ondisk=sdb part swap --size=128 --ondisk=sdc
part raid.11 --size=1 --grow --ondisk=sda part raid.12 --size=1 --grow --ondisk=sdb part raid.13 --size=1 --grow --ondisk=sdc
raid / --level=1 --device=md0 raid.01 raid.02 raid.03 raid /usr --level=5 --device=md1 raid.11 raid.12 raid.13
Para um exemplo detalhado do raid em ação, consulte a Seção 28.4.1, “Exemplo de Particionamento Avançado”.
Reinicializa após o término de uma instalação bem-sucedida (sem argumentos). Normalmente, o kickstart exibe uma mensagem e espera até que o usuário pressione uma tecla antes de reinicializar.
A opção reboot é praticamente equivalente ao comando shutdown -r.
A utilização da opção reboot pode resultar em um ciclo de instalação infinito, dependendo do método e da mídia de instalação.
A opção reboot é o método de conclusão padrão caso nenhum outro seja explicitamente especificado no arquivo de kickstart.
Para outros métodos de conclusão, consulte as opções de kickstart halt, poweroff, e shutdown
Configura repositórios yum adicionais que podem ser usados como fontes para a instalação de pacotes. Múltiplas linhas repo podem der especificadas.
repo --name=<repoid> [--baseline=<url>| --mirrorlist=<url>]
O ID do repositório. Esta opção é necessária.
A URL do repositório. As variáveis que podem ser usadas em arquivos de configuração de repositórios do yum não são suportadas aqui. Você pode usar ou esta opção ou --mirrorlist, mas não as duas.
A URL de uma lista contendo espelhos para o repositório. As variáveis que podem ser usadas em arquivos de configuração de repositórios do yum não são suportadas aqui. Você pode ou esta opção ou --baseurl, mas não as duas.
Define a senha root do sistema como o argumento <senha>.
rootpw [--iscrypted] <senha>
Se isto estiver presente, assume-se que o argumento da senha já esteja criptografado.
Configura o estado do SELinux no sistema instalado. O estado padrão para o SELinux no Anaconda é o enforcing.
selinux [--disabled|--enforcing|--permissive]
Habilita o SELinux com a política padrão sendo imposta.
Se a opção selinux não estiver presente no arquivo de kickstart, o SELinux é habilitado e configurado para --enforcing por padrão.
Emite avisos baseado na política do SELinux, mas não impõe realmente a política.
Desabilita completamente o SELinux no seu sistema.
Para maiores informações sobre o SELinux para o Red Hat Enterprise Linux, consulte o Guia de Implementação do Red Hat Enterprise Linux.
Modifica o conjunto de serviços padrão que irão rodar sob o nível de execução padrão. Os serviços incluídos na lista disabled serão desabilitados antes que os serviços incluídos na lista enabled sejam habilitados.
Desabilita os serviços incluídos na lista separada por vírgulas.
Habilita os serviços incluídos na lista separada por vírgulas.
Desliga o sistema após a instalação terminar com sucesso. Durante a instalação kickstart, caso nenhum método de conclusão seja especificado, a opção reboot é usada como padrão.
A opção shutdown é praticamente equivalente ao comando shutdown.
Para outros métodos de conclusão disponíveis, consulte as opções de kickstart halt, poweroff, e reboot
Se estiver presente, o X não está configurado no sistema instalado.
Executa a instalação kickstart no modo texto. As instalações kickstart são executadas no modo gráfico por padrão.
Define o fuso horário do sistema como <fuso-horário>, que pode ser qualquer um dos fusos horários listados pelo timeconfig.
timezone [--utc] <fuso-horário>
Se estiver presente, o sistema assume que o relógio do hardware está definido para usar UTC (Horário de Greenwich).
Instrui o sistema para que instale um sistema existente, ao invés de instalar um sistema novo. Você deve especificar cdrom, harddrive, nfs, ou url (para FTP e HTTP) como a localidade da árvore de instalação. Consulte install para maiores detalhes.
Cria um novo usuário no sistema.
user --name=<nome-de-usuário> [--groups=<lista>] [--homedir=<diretório-pessoal>] [--password=<senha>] [--iscrypted] [--shell=<shell>] [--uid=<uid>]
Fornece o nome de usuário. Esta opção é necessária.
Além do grupo padrão, uma lista de nomes de grupos (separados por vírgulas) aos quais os usuário deve pertencer.
O diretório pessoal do usuário. Caso não seja fornecido, o padrão /home/<nome-de-usuário> é usado.
A senha do novo usuário. Se não for fornecida, a conta será bloqueada por padrão.
A senha fornecida através de --password já está criptografada, ou não?
O shell de login do usuário. Se não for fornecida, o shell padrão do sistema é usado.
O UID do usuário. Se não for fornecida, o próximo UID disponível será usado.
Permite que a instalação gráfica seja visualizada remotamente através do VNC. Este método é normalmente mais indicado do que o modo texto, uma vez que existem algumas limitações em instalações em modo texto. Sem opções, este comando iniciará um servidor VNC na máquina sem senha e exibirá o comando que precisa ser executado para conectar uma máquina remota.
vnc [--host=<nome-de-host>] [--port=<porta>] [--password=<senha>]
Ao invés de iniciar um servidor VNC na máquina de instalação, conecta ao processo VNC viewer em escuta no nome de host especificado.
Fornece a porta na qual o processo VNC viewer remoto encontra-se na escuta. Se não for fornecida, o Anaconda usará o padrão do VNC.
Estabelece uma senha que deve ser fornecida para se conectar à sessão do VNC. Isto é opcional, mas recomendável.
Use para criar um grupo LVM (Logical Volume Management) com a sintaxe:
volgroup <nome><partição><opções>
As opções são as seguintes:
Usa um grupo de volume existente e não o formata.
Usa um grupo de volume existente e o reformata.
Configura o tamanho das extensões físicas.
Crie a partição primeiro, depois crie o grupo de volumes lógicos e então o volume lógico. Por exemplo:
part pv.01 --size 3000 volgroup myvg pv.01 logvol / --vgname=myvg --size=2000 --name=rootvol
Para um exemplo detalhado do volgroup em ação, consulte a Seção 28.4.1, “Exemplo de Particionamento Avançado”.
Configura o sistema X Window. Se esta opção não for fornecida, o usuário deve configurar o X manualmente durante a instalação, se o X for instalado. Esta opção não deve ser usada se o X não for instalado no sistema final.
Especifica o driver do X a ser usado com o hardware de vídeo.
Especifica a quantidade de RAM da placa de vídeo.
Especifica GNOME ou KDE como sua área de trabalho (desktop) padrão (presume que pelo menos um dos ambientes de área de trabalho tenha sido instalado através de %packages.
Usa autenticação gráfica no sistema instalado.
Especifica a resolução padrão para o Sistema X Window do sistema instalado. Os valores válidos são: 640x480, 800x600, 1024x768, 1152x864, 1280x1024, 1400x1050 e 1600x1200. Certifique-se de que a resolução seja compatível com a placa de vídeo e com o monitor.
Especifica a profundidade de cores para o Sistema X Window do sistema instalado. Os valores válidos são: 8, 16, 24 e 32. Assegure que a definição de cores seja compatível com a placa de vídeo e monitor.
Se zerombr for especificado, e seu único argumento for yes, quaisquer tabelas de partições inválidas encontradas no sistema são inicializadas. Isto destrói todo o conteúdo de discos com tabelas de partições inválidas. Este comando deve ter o seguinte formato:
zerombr yes
Nenhum outro formato é efetivo.
Use o comando %include /caminho/para/o/arquivo para incluir o conteúdo de outro arquivo no arquivo de kickstart como se o conteúdo estivesse na localidade do comando %include no arquivo de kickstart.