A maioria das lideranças com quem converso já superou o ciclo de hype da IA. A questão não é mais se a IA é importante. A questão é como migrar da experimentação para a produção com foco em segurança, suporte e capacidade de repetição entre as equipes.
Como líder de estratégia e operações do AI Platform Core Components (AIPCC), uma função de engenharia na organização de AI Engineering da Red Hat, vejo que essa mudança altera tudo. A conversa deixa de ser sobre a escolha de ferramentas e torna-se sobre o modelo operacional. Uma plataforma de IA sólida é a base para entregar recursos de IA no prazo, operá-los de forma confiável e manter o alinhamento com a governança, controle de riscos e de custos em longo prazo.
Com o
Motivos reais para escolherem o Red Hat AI
1. Liberdade para implantar onde precisar
A maioria das organizações não cria soluções de IA em um único ambiente. Elas equilibram requisitos on-premise, a elasticidade da nuvem pública e casos de uso de edge computing. A localização dos dados, a latência e as restrições de conformidade são reais. Esses fatores moldam as decisões de arquitetura diariamente.
O Red Hat OpenShift AI e o amplo portfólio de soluções do Red Hat AI foram projetados para oferecer essa flexibilidade. Isso importa porque a IA se vincula cada vez mais a sistemas operacionais e fluxos de trabalho de experiência do cliente, que raramente se alinham a um modelo de implantação padronizado.
2. Inovação aberta sem depender de um único caminho
Um tema recorrente nas conversas com clientes é a necessidade de adaptação conforme o ecossistema de IA evolui. Os modelos mudam, as ferramentas variam e os aceleradores melhoram. As organizações que pensam a longo prazo não querem reconstruir seu stack a cada mudança do setor.
A Turkish Airlines citou recentemente o "alinhamento com open source" e a "flexibilidade" como os principais motivos para escolher soluções da Red Hat. Essa escolha não é ideológica, é pragmática. Em um mercado que se move tão rápido, a flexibilidade arquitetônica equivale ao gerenciamento de riscos.
3. Foco em segurança, soberania e controle operacional
Do ponto de vista da experiência do cliente e dos dados, esse costuma ser o fator decisivo. A IA introduz novos padrões de risco relacionados ao acesso a dados, inferência e escala. Muitas empresas precisam manter as cargas de trabalho na infraestrutura que controlam, especialmente quando há requisitos regulatórios ou de soberania envolvidos.
A empresa nacional de telecomunicações da Argentina (ARSAT) é um bom exemplo disso. Eles destacaram a "soberania de dados" como um requisito essencial e passaram da identificação de uma necessidade para a produção real em 45 dias ao utilizar o OpenShift AI. Essa velocidade é resultado da combinação de disciplina operacional com uma plataforma que ofereceu suporte ao modelo de governança da empresa.
4. Consistência operacional entre equipes
A consistência operacional é a parte frequentemente subestimada. O sucesso da IA vai além da precisão do modelo. O sucesso inclui fluxos de trabalho reproduzíveis, ambientes consistentes, lançamentos previsíveis e estruturas de suporte que escalam além de uma única equipe de ciência de dados.
O Red Hat AI Enterprise formaliza esse framework de sucesso ao combinar gerenciamento do ciclo de vida, recursos de inferência e ferramentas operacionais em uma oferta empresarial unificada. Sob a perspectiva de operações, isso reduz o atrito entre cientistas de dados, engenheiros de plataforma e equipes de aplicações. Além disso, cria proteções compartilhadas em vez de núcleos isolados de experimentação.
Casos de uso reais
Pesquisas de empresas como McKinsey and Gartner mostram um padrão consistente em diversos setores. As iniciativas de IA empresarial tendem a se concentrar em alguns resultados principais:
- Eficiência e otimização operacional
- Produtividade do fluxo de trabalho
- Experiência, serviço e suporte ao cliente
- Produtividade no desenvolvimento de produtos
Na prática, líderes de negócios se preocupam muito menos com a dimensão de um modelo do que com a capacidade de os sistemas ao seu redor funcionarem de forma confiável em produção. O mais importante é ter recursos de IA governados e facilmente integrados a fluxos de trabalho operacionais reais.
Framework de decisão para avaliar soluções de IA
Ao conversar com líderes de negócios sobre o progresso da adoção de IA nas organizações, a conversa geralmente foca em áreas práticas ligadas às realidades operacionais da implantação de IA em ambientes empresariais.
- Localização e soberania de dados: muitas organizações possuem restrições reais de privacidade, soberania e conformidade de dados. As soluções de IA precisam funcionar nessas realidades, seja em infraestrutura on-premise, ambientes híbridos ou múltiplas nuvens.
- Caminho do piloto à produção: demonstrações são fáceis. Operacionalizar a IA é muito mais difícil. Sempre busco evidências de que uma plataforma pode oferecer suporte a implantações reais em produção, não apenas experimentação.
- Flexibilidade conforme o ecossistema evolui: o cenário da IA muda rapidamente. Organizações precisam de liberdade para adotar novos modelos, ferramentas e infraestrutura sem reconstruir o stack constantemente.
- Governança e operações escaláveis: à medida que o uso da IA se expande pelas equipes, a governança, o gerenciamento do ciclo de vida e o suporte empresarial se tornam essenciais. A plataforma certa deve facilitar o gerenciamento de riscos e, ao mesmo tempo, viabilizar a inovação.
Considerações finais
Hoje, a liderança em IA não se preocupa tanto em correr atrás de novas funcionalidades da moda, mas sim em criar sistemas que permitem adotar a IA de forma segura, consistente e com impacto mensurável nos negócios. As organizações que realmente ganham força estão investindo em plataformas que equilibram a inovação com a realidade empresarial: segurança, flexibilidade, consistência operacional e um caminho claro para escalar.
O Red Hat AI Enterprise foi projetado para oferecer esse equilíbrio. O objetivo não é apenas executar modelos, mas fornecer às organizações a infraestrutura e a base operacional necessárias para migrar da experimentação para a produção de maneira que se adapte a ambientes empresariais reais. Do meu ponto de vista em estratégia e operações de IA, esse equilíbrio é o que determina se a IA continuará sendo experimental ou se tornará um recurso empresarial duradouro.
Saiba mais sobre o Red Hat AI Enterprise.
Recurso
A empresa adaptável: da prontidão para a IA à disrupção
Sobre o autor
Megan Jones leads the Customer & Partner Experience (CPX) organization at Red Hat. The mission of the team is to drive customer and partner success by collecting, analyzing and operationalizing feedback. She joined Red Hat in 2015 to build an analytics team in the Customer Experience and Engagement organization, and over the course of four years, she grew it to a global team of 24 data analysts, data scientists and engineers located across the US, EMEA and APAC. In 2020, she took over the Voice of Customer organization to lead the strategic vision of creating a world-class, "customer first" company culture, supported by insights and actions, connected across the customer lifecycle. In December 2021, she led the team's expansion to become the Customer & Partner Experience organization, now including Red Hat Partners in their mission.
Prior to Red Hat, Jones led an analytics team at a national communications and advertising agency. Jones lives in Raleigh with her husband and two energetic children, and they spend their weekends having impromptu dance parties in their kitchen, playing outside with their two rescue dogs, coloring and watching Disney movies.
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